O indivíduo hiper-conectado
Outro dia, ouvia em um programa de rádio americano (que aliás eu acesso pela Internet), a importância que a Internet tinha nesses tempos e, que na opinião do comentarista, não se podia mais viver sem ela. Aquela afirmação me incomodou um pouco, ora somos seres humanos e esse relacionamento nosso com algo artificial ser chamado de vital me pareceu no mínimo exagerado, pensei cá com meus botões: nós brasileiros não somos assim...,mas esse pensamento não me abandonou rapidamente, será que não somos mesmo assim?
Hoje o site americano de relacionamento social (Orkut –www.orkut.com) possui a maioria de seus usuários brasileiros(vejam só vocês!), o Brasil também possui a maior quantidade de transações bancárias via Internet do mundo, também possuímos um tempo de navegação (quantidade de tempo que o usuário fica conectado na Internet) maior que o usuário americano, também estivemos entre os primeiros a exigir que a entrega da declaração de imposto de renda se desse totalmente via Internet. Isso para não mencionar os resultados de eleições, que no Brasil temos em duas ou três horas após o término da votação, ao passo que em outros países do primeio mundo levam-se dias para chegarem ao término da apuração. É parece que somos um pouco assim, seria isso ruim?
Ora a substituição do contato humano pelas informatização pura e simples, não é o objetivo buscado por nossa sociedade, estou certo disso, por outro lado sabemos das vantangens intrínsecas que a tecnologia pode, e via de regra trás para o nosso dia-a-dia. Foi-se o tempo em que buscávamos em lojas de discos (alguém lembra-se dos discos de vinil?) aquelas últimas paradas ou lançamentos, e éramos obrigados a levar, junto com as músicas que queríamos, uma série de outras músicas que compunham o disco, atualmente todos os distribuidores e gravadores disponibilizam músicas individuais pela Internet, compro somente a música que eu gosto e monto o disco que eu quiser, na forma como eu quiser.
Esqueceu-se de quem lhe disse sobre determinada receita de picanha no forno na última festa? Ou então não teve a oportunidade de anotá-la? Basta entrar na Internet, e algum site de busca lhe mostrará uma centena de receitas das melhores maneiras de se preparar uma picanha ao forno.
E assim adquirimos automóveis, livros, DVDs, eletrodomésticos, empregos, etc (há até os que acham a cara metade ...), pela Internet, através de programas específicos, onde informamos o que procuramos e o programa nos traz uma pesquisa mostrando os melhores preços para aquele artigo específico, e ainda faz um ranking dos referidos fornecedores, relacionando-os a prazo de entrega, custo de frete e tradição no negócio, o pagamento mais seguro para isso é o cartão de crédito que, apesar de não possuir a melhor segurança do mundo, ainda assim tem o reconhecimento das administradoras de cartão do mundo todo, que sua utilização na internet ainda é mais segura do que quando pagamos nosso restaurante de final de semana e nosso cartão é levado, sabe-se lá para onde, pelo garçon.
Nem começamos ainda a explorar as potencialidades da Internet para a educação, mas dez entre dez educadores do mundo inteiro, reconhecem o potencial da Internet, como agente de universalização do conhecimento para toda a sociedade. Vemos estarrecidos como programas complexos, e por vezes em idiomas diferentes do nosso, são facilmente manipulados por crianças e adolescentes, sem medo de cometerem alguma gafe que desconfigure o computador ou mesmo de chegar a algum caminho que danifique algo no computador. Muito pelo contrário, parece que a Internet e sua linguagem foram feitos para os jovens, tamanho é a naturalidade com que essa interação ocorre.
É claro que o bom bate-papo acompanhado do cafezinho nos dias de semana e da cervejinha aos finais de semana nunca acabará. O ser humano é social por natureza e sempre buscará todas as maneiras de manter-se em contato com o maior número de amigos e pessoas com quem tenha afinidade possível. Então não se trata da tecnologia substituir o contato humano, muito menos subverter o relacionamento tão especial para nós. Não se trata de se colocar ou o desenvolvimento natural da humanidade ou o desenvolvimento calcado no indivíduo hiper-conectado. Não temos essa limitação, então não se trata de termos isso OU aquilo e sim termos isso E aquilo.
Edu@rdo Rabboni
Hoje o site americano de relacionamento social (Orkut –www.orkut.com) possui a maioria de seus usuários brasileiros(vejam só vocês!), o Brasil também possui a maior quantidade de transações bancárias via Internet do mundo, também possuímos um tempo de navegação (quantidade de tempo que o usuário fica conectado na Internet) maior que o usuário americano, também estivemos entre os primeiros a exigir que a entrega da declaração de imposto de renda se desse totalmente via Internet. Isso para não mencionar os resultados de eleições, que no Brasil temos em duas ou três horas após o término da votação, ao passo que em outros países do primeio mundo levam-se dias para chegarem ao término da apuração. É parece que somos um pouco assim, seria isso ruim?
Ora a substituição do contato humano pelas informatização pura e simples, não é o objetivo buscado por nossa sociedade, estou certo disso, por outro lado sabemos das vantangens intrínsecas que a tecnologia pode, e via de regra trás para o nosso dia-a-dia. Foi-se o tempo em que buscávamos em lojas de discos (alguém lembra-se dos discos de vinil?) aquelas últimas paradas ou lançamentos, e éramos obrigados a levar, junto com as músicas que queríamos, uma série de outras músicas que compunham o disco, atualmente todos os distribuidores e gravadores disponibilizam músicas individuais pela Internet, compro somente a música que eu gosto e monto o disco que eu quiser, na forma como eu quiser.
Esqueceu-se de quem lhe disse sobre determinada receita de picanha no forno na última festa? Ou então não teve a oportunidade de anotá-la? Basta entrar na Internet, e algum site de busca lhe mostrará uma centena de receitas das melhores maneiras de se preparar uma picanha ao forno.
E assim adquirimos automóveis, livros, DVDs, eletrodomésticos, empregos, etc (há até os que acham a cara metade ...), pela Internet, através de programas específicos, onde informamos o que procuramos e o programa nos traz uma pesquisa mostrando os melhores preços para aquele artigo específico, e ainda faz um ranking dos referidos fornecedores, relacionando-os a prazo de entrega, custo de frete e tradição no negócio, o pagamento mais seguro para isso é o cartão de crédito que, apesar de não possuir a melhor segurança do mundo, ainda assim tem o reconhecimento das administradoras de cartão do mundo todo, que sua utilização na internet ainda é mais segura do que quando pagamos nosso restaurante de final de semana e nosso cartão é levado, sabe-se lá para onde, pelo garçon.
Nem começamos ainda a explorar as potencialidades da Internet para a educação, mas dez entre dez educadores do mundo inteiro, reconhecem o potencial da Internet, como agente de universalização do conhecimento para toda a sociedade. Vemos estarrecidos como programas complexos, e por vezes em idiomas diferentes do nosso, são facilmente manipulados por crianças e adolescentes, sem medo de cometerem alguma gafe que desconfigure o computador ou mesmo de chegar a algum caminho que danifique algo no computador. Muito pelo contrário, parece que a Internet e sua linguagem foram feitos para os jovens, tamanho é a naturalidade com que essa interação ocorre.
É claro que o bom bate-papo acompanhado do cafezinho nos dias de semana e da cervejinha aos finais de semana nunca acabará. O ser humano é social por natureza e sempre buscará todas as maneiras de manter-se em contato com o maior número de amigos e pessoas com quem tenha afinidade possível. Então não se trata da tecnologia substituir o contato humano, muito menos subverter o relacionamento tão especial para nós. Não se trata de se colocar ou o desenvolvimento natural da humanidade ou o desenvolvimento calcado no indivíduo hiper-conectado. Não temos essa limitação, então não se trata de termos isso OU aquilo e sim termos isso E aquilo.
Edu@rdo Rabboni
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